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	<title>Cafundó Estúdio Criativo &#187; 5 contra 1</title>
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	<description>Blog do Cafundó Estúdio</description>
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		<title>5 contra 1 #5 &#8211; estrelando nossa querida francesa, Laura Lagarde</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 19:48:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Flávia Maestri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas nossas]]></category>
		<category><![CDATA[5 contra 1]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[intercâmbio]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos 6 meses, tivemos companhia vinda diretamente da França. Confira o que ela tem a contar! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.flickr.com/photos/cafundoestudio/5631375638/in/photostream"><img class="size-medium wp-image-10309" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="Trupe do Cafundas com a Laura, em seu último dia no estúdio." src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/05/trupe-574x381.jpg" alt="" width="337" height="224" align="left" /></a>Hoje trago pra vocês a entrevista que fizemos com a francesa Laura, que esteve aqui no estúdio nos últimos seis meses.<br />
Com 23 anos, veio de Aquitaine, França, para fazer o estágio para a  University ESTEI (<em>Bordeau</em>), na área de animação. Foi uma experiência bastante nova tanto para ela, quanto para o pessoal da casa, que teve que botar o inglês pra funcionar!</p>
<div class="i18n">
<p>Num momento muito descontraído, trocamos uma ideia sobre as impressões que ela teve enquanto esteve aqui e pedimos algumas dicas pra quem gostaria de ir pra fora também.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em>Today I bring you an interview that we did with Laura, french girl who was here in the studio over the past six months.<br />
With 23 years old, came from Aquitaine, France, study at the University ESTEI (Bordeau) in the animation area. It was a fairly new experience for both her ​​and for the house folks, who had to put English knowledge to work!</em></p>
<p><em> </em><em>At a very relaxed time we talked about her impressions from here.</em></p>
</div>
<div class="i18n">
<p><strong>1. Como você nos encontrou e o que chamou a sua atenção?</strong><br />
<strong>Laura:</strong> Estava procurando na internet por agências de design de outros países e enviei meu currículo e portfólio para um outro estúdio brasileiro, que avaliou meus trabalhos e interesse e me indicou o Cafundó. O que me chamou a atenção em vocês foi o showreel, a marca, o galo. Enviei um e-mail e o Leonardo respondeu rapidamente, o que me deixou confiante, porque na maioria das vezes a gente não obtem feedback ou resposta alguma. Sabia que seria legal.</p>
<p>Também me chamou a atenção por ter um galo na marca de vocês, já que na França pães, cozinheiros e galos são bem característicos. Pensei, &#8220;nossa, um galo? curioso.&#8221; me senti em casa!</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><strong><em>1</em><em>. How did you find us and what caught your attention?</em></strong><em> </em></p>
<p><em><strong>Laura: </strong></em><em>I was looking for design agencies from other countries <em><em>on the internet</em></em> and sent my resume and portfolio to another studio in Brazil, which evaluated my work and interest and introduced me to your studio. What caught my attention was your showreel , the logo and the rooster. I sent you an e-mail and Leonardo answered quickly, which made ​​me feel confident, because in most cases we don&#8217;t get any feedback. I knew it would be cool.</em></p>
<p><em>And I was also curious about having a rooster in brand, as in France bread, chefs and roosters are very distinctive. I thought &#8220;Wow, a rooster? Curious. &#8221; and felt at home!</em></p>
</div>
<div class="i18n">
<p><strong>2. A França é muito conhecida pela qualidade das animações. O que te motivou a vir para o Brasil? </strong></p>
<p><strong>Laura: </strong>Nós realmente temos bons animadores na França mas não é uma exclusividade nossa, eles existem também em outros lugares. Eu acho que animação é uma coisa viva e, vindo ao Brasil, pude aprender a ver de outras maneiras, conhecer estilos diferentes e aprimorar minhas referências visuais. Nós conseguimos perceber diferenças culturais nas animações e isso é bastante enriquecedor.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em><strong>2. France is well known for quality in animation development. What motivated you to come to Brazil? </strong></em></p>
<p><em><strong>Laura:</strong></em><em>We really have good animators in France but they also exist in other places. I think animation is such an intense area and when coming to Brazil I could learn to see in other ways, learn different styles and improve my visual references. It&#8217;s important to be able to understand cultural differences in animation projects.</em></p>
</div>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.flickr.com/photos/cafundoestudio/5598047952/sizes/m/in/set-72157625779602489/"><img class="aligncenter" src="http://farm6.static.flickr.com/5107/5598047952_3489ecf868.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Cervejinha no fim do expediente<br />
</em></p>
<div class="i18n">
<p><span id="__end"><strong>3. Conta pra gente um pouquinho sobre a sua experiência no Brasil e aqui no Estúdio. Como você lidou com as diferenças culturais? </strong></span></p>
<p><strong>Laura: </strong>Quando eu cheguei, me senti como um bebê – tinha muitas coisas a minha volta, era tudo novo e eu não entendia nada! O bom é que todos por aqui são muito abertos e agradáveis, tornando a parte de “conhecer pessoas” a mais fácil. A língua foi uma grande dificuldade, é como uma barreira. Várias pessoas me paravam pedindo informações e eu não entendia/não sabia, acho que as pessoas pensavam que eu sou brasileira por não haver uma característica física marcante no Brasil. Achei isso muito engraçado!</p>
<p>Pensando agora, comecei minhas aulas de português um pouco tarde, teria sido melhor começar nos primeiros meses. As pessoas conversaram em português nas festas e, obviamente, eu ficava perdida. Foi aí que percebi que precisava aprender a me comunicar aqui. Curiosamente, algumas pessoas até falavam em Francês comigo, mas eu não queria, não vim ao Brasil pra continuar falando Francês né?</p>
<p>O Estúdio tem um grande potencial pra se desenvolver, é muito dinâmico. Quando alguém tem uma ideia as pessoas entram juntas, de cabeça. Todos têm uma grande capacidade de comunicação no trabalho e algumas vezes foi difícil participar. Sorte que eu vim pronta pra tudo, minha motivação foi conhecer a cultura, experienciar o que acontece por aqui.</p>
<p>Vocês parecem bem amigos e aqui é um ótimo lugar pra aprender. É bom ter um tempo pra respirar e valorizar as etapas do aprendizado, não apenas pensar em dinheiro, dinheiro e dinheiro. O Cafundó pensa não apenas em caminhar, mas também em evoluir. Aqui é ótimo para crescer profissionalmente. Agora tenho muitos contatos, tanto pessoais quanto profissionais e é muito bom.  Mas engraçado mesmo foi vê-los jogando futebol. Vocês fazem umas caretas estranhas, gostei! (risadas)</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em><strong>3. Tell us about your experience in Brazil and here in the studio. How did you deal with cultural differences?</strong></em></p>
<p><em><strong>Laura: </strong></em><em>When I arrived, I felt like a baby &#8211; too many things around me, everything was new and I wasn&#8217;t understand anything! </em><em>The good thing is that everyone here is very open and pleasant, making the part of &#8220;meeting people&#8221; the easiest one. The language was my major difficulty, as a wall. Lots of people stopped me and asked for information, I think people thought I&#8217;m brazilian because there isn&#8217;t a striking physical characteristic in Brazil. I didn&#8217;t understand what people were saying and it was very funny.</em></p>
<p><em>Now I see that I started my Portuguese classes a little late, it would be better if I had started earlier</em><em>. People spoke in portuguese at parties and of course I felt lost. Then I realized how I needed to learn how to communicate here. Some people spoke in french with me, but I didn&#8217;t come to Brazil to continue speaking french, right?</em></p>
<p><em>The studio has a great potential to develop, is very dynamic. When someone has an idea, people go deep together, play the game. Everyone has a great ability to communicate at work and sometimes it was difficult to participate. Luckily I came prepared for everything, my motivation was to understand the culture, experience what happens here.</em></p>
<p><em>You seem to be good friends and here is a great place to learn. It&#8217;s good to get some time to breathe and appreciate the stages of learning not only think about money, money, money. You are not only thinking about walking but also evolving</em>.<em> Here is great to grow professionally. Now I have many contacts, both personally and professionally and is very good. I have to tell that was very funny to see you playing soccer. You make some strange faces, I liked! (laughing)</em></p>
</div>
<p><em><a href="http://twitpic.com/453m6l" target="_blank"><img class="size-medium wp-image-10320" style="margin-left: 10px; margin-right: 10px;" title="trupe no cafundas" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/05/trupe-no-cafundas-574x765.jpg" alt="" width="275" height="367" align="left" /></a></em><strong>4. Muitas pessoas têm interesse em fazer intercâmbio. Qual conselho você daria aos que querem deixar o país para trabalhar em uma área tão específica? Se fôssemos ao seu país, por onde deveríamos começar?</strong></p>
<div class="i18n">
<p><strong>Laura: </strong>Depende do que a pessoa quiser, mas seria legal começar por Paris. É o lugar onde nós temos muito da cultura francesa em geral, um pouco de cada coisa&#8230; a cultura é mais representativa. Quanto a língua, vocês podem ir como eu e apenas falar inglês, mas vão ter um pouquinho de dificuldade. Se for pra passar pouco tempo é melhor já saber Francês, mas se for ficar um período maior, podem ir sem medo e aprender por lá. Pra ser sincera, não sei dizer se os estúdios da França têm essa disposição para fazer intercâmbio, mas também não sabia se haveria uma oportunidade no Brasil e acabei vindo. Tem que entrar em contato, ir atrás e descobrir.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em><strong>4. </strong><strong>Many  people want to do an exchange. What advice would you give for  those who want to leave the country to work into so specific market? If  we want to go to France, where should we start?</strong></em></p>
<p><strong><em>Laura:</em> </strong><em>It depends on what you wants, but it would be cool to start for Paris. It is where we have a lot of French culture in general, a little bit of everything, you know, culture is more representative. For language, you can go only speaking English like me, but you certainly will have a little difficulty. If you want to spend a short time is better already know French, but if you are going to stay for a longer period, go with no fear and learn there.</em><em> To be honest, I don&#8217;t know if the french studios have the doors open to make exchanges, but I also didn&#8217;t know if there was an opportunity in Brazil and ended up coming. You must get in touch and find out.</em></p>
</div>
<div class="i18n">
<p><strong>5. Nós sabemos que você já visitou muitos países na Europa e na África. Agora conta pra gente o que você aprendeu no Brasil que fez da sua viagem inesquecível. </strong></p>
<p><strong>Laura: </strong>A época antes do carnaval e o carnaval em si, a preparação das escolas de samba e, claro, caipirinha! Eu não vim imaginando que tivesse jacarés ou macacos na rua, eu fui pra África, sei que não é assim! (rindo) As pessoas são muito legais e eu me dei conta que realmente estava no Brasil por causa da chuva! Fui pro Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, São Bento do Sul e Guarda do Embaú. São muitaaaas praias pra conhecer por aqui, né? Mas em umas 10 eu fui. Queria poder voltar aqui em um final de semana só pra ir pra praia! Minha preferida é a Praia Mole, a Brava e Santo Antônio de Lisboa, que tem uma arquitetura muito bonita.</p>
<p>O Brasil é muito grande e tem muitos lugares só com vegetação, isso é muito bonito, fiquei impressionada ao chegar aqui de avião. Minha cerveja favorita aqui é Bohêmia e Brahma extra. Muitas pessoas querem ir pra outros lugares e acabam ficando com medo por ser algo um pouco solitário&#8230; mas as pessoas aqui são muito hospitaleiras e receptivas. Meu conselho é não ter medo, ir sem olhar pra trás, porque vale muito a pena. Claro que foi complicado ficar longe do meu namorado e da família, mas estou muito agradecida ao Skype!</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em><strong>5. We know you have visited many countries in Europe and Africa. What have you learned in Brazil that made your trip memorable.</strong></em></p>
<p><em><strong>Laura: </strong></em><em>The season before Carnival and Carnival itself, the preparation of samba schools and, of course, caipirinha! I didn&#8217;t come thinking that had alligators and monkeys on the streets,</em><em> I was at Africa, I know that it ain&#8217;t so! (laughing) People are very nice and I realized that I was in Brazil because of rain! I went to Rio de Janeiro, Foz do Iguaçu, São Bento do Sul and Guarda do Embaú. Too many beaches are known around here, huh? But I visited about 10.</em><em>Wish I could come back here on a weekend just to go to the beach! My favorite is the Mole, Brava and Santo Antonio de Lisboa, which has a beautiful architecture.</em></p>
<p><em>Brazil is very big and has many places only with vegetation, it is very beautiful, I was amazed when got here by plane. Many people want to travel but get scared because it is a little lonely &#8230; but people here are very hospitable and welcoming. My advice is do not be afraid, go without looking back because it worth. Of course it was hard to keep away from my boyfriend and family, but I am very grateful to Skype!</em></p>
</div>
<p style="text-align: center;"><em><a href="http://www.flickr.com/photos/cafundoestudio/5456948408/sizes/m/in/photostream/"><img class="aligncenter" src="http://farm6.static.flickr.com/5100/5456948408_860c4eabdf.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Caipirinha!<br />
</em></p>
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		<item>
		<title>5 contra 1 &#8211; Estrelando Ricardo Manhães</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 18:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ana Flávia Maestri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[5 contra 1]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Manhães]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista com o quadrinista Ricardo Manhães. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="i18n">
<p>Bateu a saudade e voltamos com a nossa tão querida seção de perguntas e respostas, entrevistando ilustríssimas figuras que têm muita coisa boa pra contar.</p>
<p>Depois de estrearmos com a <a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/coisas-nossas/5contra1-estrelando-paula-bulkool" target="_blank">Paula</a>, que nos contou sobre sua experiência com animação na Itália, entrevistamos o <a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/coisas-nossas/5-contra-1-estrelando-eduardo-cuducos" target="_blank">Cuducos</a>, que fez um contraponto entre a formação de designer e a vida como sociólogo. Por fim, o <a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/coisas-nossas/5-contra-1-thiagao-da-motoca" target="_blank">Thiagão</a> nos falou sobre seu vasto conhecimento em fotografia. Hoje, a bola da vez é o quadrinista <a href="http://www.ricardomanhaes.com/" target="_blank">Ricardo Manhães</a>.</p>
<p>Ricardo tem 38 anos e nasceu em Cuiabá, mas mora há 22 anos em Florianópolis. Apaixonou-se por História em Quadrinhos durante os 4 anos que morou no sul da França, de onde trouxe muitos livros de HQ. Passou pelos cursos de Música na UDESC, Secretariado Executivo Bilingue na UFSC e Desenho Industrial. Hoje cursa Design Gráfico na UNIVALI.</p>
<p>Já trabalhou como ilustrador de material didático para o SENAI, que o levou ao prêmio Top de Marketing, e como ilustrador de livros, que trouxe a ele o reconhecimento dos críticos do site BDParadísio como &#8220;novo talento&#8221;. Em seguida, os convites para trabalhar começaram a aparecer.</p>
<p><a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes.png"><img class="size-full wp-image-6952 alignleft" style="float: left; margin: 10px 10px 10px 0;" title="cafundo-estudio-manhaes" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes.png" alt="" width="248" height="178" /></a></p>
<p><strong> 1 &#8211; Como e quando surgiu seu interesse por quadrinhos?<br />
</strong>Foi  em  1981, quando estava morando na França e ganhei de presente um exemplar do livro “Objectif Lune” das aventuras de Tintim. Esse livro me fez procurar por outros e conhecer novos autores. Assim, acabei descobrindo todo um universo de livros, desenhos, e estilos diferentes de ilustração. O interesse só aumentou e influenciou na escolha da profissão.</p>
<p><strong>2 &#8211; Com experiências e oportunidades fora do país, por que você escolheu ficar no Brasil?</strong><br />
Já morei  na  França na minha infância. Também já morei com meus filhos e esposa por 3 meses lá e, sozinho, num apartamento alugado em Paris. Vou desde o ano 2000, uma vez por ano. Em todos esses anos, percebi  naturalmente que não quis me estabelecer fora do país exatamente pelo fato de não se fazer  necessária a presença “física” para tocar a vida profissional, pelo menos no meu ramo de atividade.</p>
<p><strong>3 &#8211; Conta pra gente sobre as diferenças que você percebe entre o mercado de HQs aqui do Brasil e os mercados europeu e americano. Como é criar para cada um deles?</strong><br />
A principal diferença entre HQs no Brasil e na Europa é que você trabalha com adiantamento de direitos autorais, o que te permite o sustento enquanto você faz um determinado trabalho. Além disso, o mercado de HQs na Europa é também voltado para adultos, com títulos bastante variados e estilos de desenhos muito diferetentes. Uma curiosidade é que as HQs são todas publicadas em capa dura e formato “grande” o que só acontece no Brasil quando são lançadas edições para colecionadores. Podemos dizer que o mercado europeu de HQs é uma fatia consolidada da área de edição de livros por lá . Sobre o mercado americano de HQs,  acredito que seja um mega mercado, porém, é voltado aos “super-heróis”.</p>
<p><a href="http://www.ricardomanhaes.com/bd/Kodi02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6963" title="Cafundó Estúdio - Ricardo Manhães HQ" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes-hq-1.png" alt="Cafundó Estúdio - Ricardo Manhães HQ" width="574" height="188" /></a></p>
<p><strong>4 &#8211; O que você considera um bom trabalho de HQ?</strong><br />
Penso que seja ele qual for, o bom trabalho de HQ será aquele em que o autor se expressou, utilizou a ferramenta  HQ para se comunicar. Mas aprecio muito a obra do belga André Franquin e seus álbums “Idées Noires”. Valem a pena mesmo! Foi um marco na história das HQs. E claro, poderia citar vários autores brasileiros que são geniais.</p>
<p><strong>5 &#8211; De onde vêm suas inspirações e ideias pra desenvolver as HQs para públicos tão distintos da América e Europa?</strong><br />
Eu recebo os roteiros já com as idéias e textos com os quais vou trabalhar. Isso facilita o meu trabalho. Mas quando crio eu mesmo os personagens e a ideia, como foi no caso da Gothic Girl e do  Objectif Rencontres, eu faço parceria com convidados que chamo para me auxiliarem em eventuais problemas no desenvolvimento do álbum, na adaptação para o francês, ou alguma diferença cultural.</p>
<p>Curtiu? Para saber mais sobre Ricardo Manhães, acesse:</p>
<p><strong>Site :</strong><a href="http://www.ricardomanhaes.com" target="_blank"> ricardomanhaes.com</a><br />
<strong> Blog: </strong><a href="http://www.ricardomanhaes.blogspot.com" target="_blank">ricardomanhaes.blogspot.com</a><br />
<strong> Twitter:</strong> <a href="http://www.twitter.com/manhaeshq" target="_blank">@manhaeshq</a></p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p>We return to our beloved section of questions and answers, interviewing notorious people who have much to tell.</p>
<p>After the interviewer Paula, that told us about her experience with animation in Italy, we interviewed Cuducos, who made a comparison between the designer and the formation of life as a sociologist and, finally, Thiago, who told us about his vast knowledge on photography. Today&#8217;s turn is the illustrator Ricardo Manhães.</p>
<p>Ricardo is 38 years old and born in Cuiabá, but he&#8217;s been living for 22 years in Florianópolis. Fell for Comics during the four years he lived in southern France. Now he is studying Graphic Design.</p>
<p>He has worked as an illustrator of educational materials for SENAI, which gave him the award of Top Marketing and as a book illustrator, what brought him recognition from critics from BDParadísio site as &#8220;new talent&#8221;. Then the calls to work began to appear.</p>
<p><a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes.png"><img class="size-full wp-image-6952 alignleft" style="float: left; margin: 10px 10px 10px 0;" title="cafundo-estudio-manhaes" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes.png" alt="" width="248" height="178" /></a></p>
<p><strong>1 &#8211; How and when did your interest in comics?</strong><br />
It was in 1981 when, living in France, I won a gift copy of the book &#8220;<em>Objectif Lune&#8221;</em> from<em> &#8220;The Adventures of Tintin</em>&#8220;. This book made me look for others, and meet new authors, and so I discovered a whole universe of books, drawings, and different styles of illustration. The interest has only increased and influenced the choice of profession.</p>
<p><strong>2 &#8211; As you have experiences and opportunities abroad, why you chose to stay here in Brazil?</strong><br />
I lived in France during my childhood, I lived with my children and wife for three months there, have lived alone in a rented apartment in Paris and go once a year to France since 2000. In all these years, I realized I did not want to settle outside the country just because they do not make necessary the &#8220;physical&#8221; presence  to play professional life, at least in my industry.</p>
<p><strong>3 &#8211; Tell us about the differences you notice between the comics market here in Brazil and the European and American markets. How to create each one?</strong><br />
The main difference between comics in Brazil and Europe is that you work in advance of copyright, which allows you to have money while you do a particular job. Moreover, the market for comics in Europe is also intended for adults, with titles quite varied designs and very different styles. One curiosity is that the comics are all published in hardcover format and &#8220;large&#8221; which only happens in Brazil when they are released deluxe editions. We can say that the European market for comics is a slice of the consolidated area of book publishing there. About the American comics market, I believe it is a mega market, however, is geared toward &#8220;superheroes.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.ricardomanhaes.com/bd/Kodi02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-6963" title="Cafundó Estúdio - Ricardo Manhães HQ" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/cafundo-estudio-manhaes-hq-1.png" alt="Cafundó Estúdio - Ricardo Manhães HQ" width="574" height="188" /></a></p>
<p><strong>4 &#8211; What do you consider a good comics work?</strong><br />
I think whatever it is, a good comics work is the one through which the author expressed himself, when comic is the tool he used to communicate. But I appreciate the work of the belgian <em>André Franquin</em> and his albums &#8220;Idées Noires&#8221; . It was a milestone in the history of comics. And of course I could cite several Brazilian authors who are geniuses.</p>
<p><strong>5 &#8211; Where does your inspiration and ideas to develop the books to public as distinct from America and Europe?</strong><br />
I already get the scripts done with the ideas and texts which I work.  It makes my job easier. But when I create myself as the characters and the ideas from the case with Gothic Girl and Objectif Rencontres I create in partnership with guests, they can help me withany problems I might have on the development of the album in terms of adaptation to French, or some cultural difference.</p>
<p>To know more about Ricardo Manhães:</p>
<p><strong>Site: </strong><a href="http://www.ricardomanhaes.com" target="_blank">ricardomanhaes.com</a><br />
<strong> Blog:</strong> <a href="http://ricardomanhaes.blogspot.com" target="_blank">ricardomanhaes.blogspot.com</a><br />
<strong> Twitter: </strong><a href="http://www.twitter.com/manhaeshq" target="_blank">@manhaeshq</a></p>
</div>
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