A frase do título acima se encaixa perfeitamente no pensamento que o detetive Deckard (Harrison Ford) poderia ter dito (mas não disse) no momento em que viu Rachel (Sean Young), uma “replicante”, na cena do filme Blade Runner. Marco na história do cinema por ter colocado pela primeira vez máquina e ser humano tão próximos, de forma tão real e semelhante, o filme mostra quando a humanidade, em um futuro distante, inicia a colonização espacial para criar seres geneticamente alterados, os chamados “replicantes”.
Esses serem tinham a fisionomia idêntica a de humanos. Hoje, ao ver as obras da Carole Feuerman, imediatamente voltei ao filme, assisti novamente as cenas de perseguição na chuva e senti uma emoção absolutamente humana nos rostos dos “replicantes”. Ok, você vai me lembrar que a Daryl Hannah e o Rutger Hauer são atores, humanos. Porém, esta é a magia do cinema. Esqueça isso!
Passados longos 28 anos do filme, o avanço tecnológico e os novos recursos e materiais estão tornando esta semelhança cada vez mais real, e a próxima pergunta ou pensamento poderá ser: tão perfeito, que não pode ser real.
Diariamente nós confundimos e confundimos a realidade e o imaginário, esse é o nosso combustível. To viajando? Não sei, mas veja o blog http://tinyurl.com/2frd4aj e assista novamente o filme http://tinyurl.com/c5tfyy
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