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	<title>Cafundó Estúdio Criativo &#187; Edson Santana</title>
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	<description>Blog do Cafundó Estúdio</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 May 2012 21:16:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Até um dia Cafundó! O que eu aprendi e vale passar pra frente</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Feb 2012 19:50:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Coisas nossas]]></category>
		<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[listas]]></category>

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		<description><![CDATA[Oi senhores e senhoritas, o dia 1/02/2012 marca o fim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi senhores e senhoritas, o dia 1/02/2012 marca o fim dos meus dias no Cafundó, mas quem sabe não seja um adeus, mas sim um até logo. Nesse período que trabalhei aqui aprendi muitas coisas e não somente relacionadas a conhecimentos específicos da minha área, o ambiente do Cafundó permitiu um amadurecimento que não foi possível em nenhum outro lugar que eu já havia trabalhado.</p>
<p>Então, eu não queria ir embora sem deixar nada por aqui e resolvi fazer esse post como um agradecimento por tudo que aconteceu comigo desde 2010, por isso montei uma lista das 10 coisas mais importantes que aprendi no Cafundó.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">1 &#8211; Sempre faça o melhor </span></strong><br />
Não é sempre faça o seu melhor, é sempre faça o melhor. Procure a melhor referência para o projeto que está desenvolvendo e faça melhor.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">2 &#8211; Compare-se com os melhores </span></strong><br />
Mesmo que você ou sua empresa esteja em mercados pequenos, compare suas qualidades e conhecimentos com os melhores do ramo, ultrapasse a barreira do seu mercado e desenvolva projetos memoráveis.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">3 &#8211; Não siga o manual</span></strong><br />
No banheiro do Cafundó (sim, no banheiro) tem um cartaz que mostra com dados que crianças possuem a capacidade de gerar um número maior de alternativas para um problema do que um adulto. Se transportarmos isso para o nosso trabalho, vemos que a possibilidade de fazer o óbvio para um cliente é bem grande, então, saia do planejado, faça mais e faça diferente, busque informações em fontes inusitadas, assim com certeza o que será entregue ficará melhor do que o esperado e melhor do que os concorrentes.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">4 &#8211; Não hesite em trabalhar com seus amigos</span></strong><br />
Sempre me falaram que trabalhar com amigos é ruim, que ninguém se responsabiliza e o trabalho não fica bom. MENTIRA! Quando entrei no Cafundó tinha um amigo desde a época da faculdade e logo ficou claro que um sentimento de amizade com toda a equipe é necessário pra se trabalhar aqui. E trabalhar com amigos é ótimo, porque em uma reunião importante, em um momento de decisão em um projeto você pode contrariar e debater sem pudor e sem medo de ofender ninguém, amigos sabem que trabalho é trabalho e que qualquer palavra dita ali não tem relação com a vida pessoal.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">5 &#8211; Nunca se perde conhecimento</span></strong><br />
Esse é outro ponto muito importante, no Cafundó compartilha-se muita informação o tempo inteiro e além disso o Big Boss Leonardo Minozzo gosta muito de pagar um cursinho pra galera e correndo o risco de ser cafona e utilizar um clichê, quando o cérebro aprende alguma coisa ele não consegue voltar atrás.<br />
Só para provar o quanto se troca de informação por aqui, foi criada uma tag para distribuição de informação via e-mail para que fique mais fácil de organizar as pastas, a tag é [cachaça].</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">6 &#8211; Ser curioso faz bem</span></strong><br />
Quando se trabalha com uma equipe com tantos conhecimentos específicos, virar para o lado e perguntar “O que é isso?” sempre traz uma resposta bacana. Ser curioso só soma para os seus conhecimentos e não hesite de pedir, nem mesmo para o seu chefe, que ele te ensina alguma coisa.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">7 -  Não tenha preconceitos</span></strong><br />
Não tô falando de homossexualismo ou de raça, mas sim de medo. toda vez que você tiver um ideia, exponha pra alguém e troque informações, por mais que essa ideia pareça idiota. Vários bons projetos nasceram de uma ideia que tinha tudo pra não sair da cabeça de alguém.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">8 &#8211; Nunca entregue só o que o cliente pediu</span></strong><br />
Isso é muito importante, surpreenda seu cliente e mostre que você pode fazer mais, se seu cliente pedir uma peça, entregue a melhor peça que ele pode receber, mas além disso mostre que com outras ideias ele pode ter um resultado melhor e mais duradouro.</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">9 &#8211; Mostre que há outras opções</span></strong><br />
Seguindo no raciocínio do item acima, se o cliente pedir um site, mas o melhor pra ele for uma animação 3D, mostre pra ele essa opção, as mostre também o resultado que ela pode trazer em relação a o que ele pediu. Nem sempre o mais óbvio é o melhor. Lembram do item 3?</p>
<p><strong><span style="color: #fac10f">10 &#8211; Seja humilde e ouça o cliente, ele sabe mais do negócio dele do que você.</span></strong><br />
Sempre trabalhei em agências de publicidade e com clientes maiores que os clientes do Cafundó, mas foi com esses clientes que por serem menores sentem mais carinho pela empresa e acompanham o dia-a-dia dela que aprendi que eles sabem o que dizem. Esses caras vivem pelas empresas que eles criaram e são capazes de fazer de tudo para que ela prospere, então dê ouvidos para esses caras, eles podem te dar o melhor caminho para a execução do projeto.</p>
<p>Esses 10 itens foram os principais, mas aprendi muito mais que isso, resumindo aprendi a fazer o meu trabalho como eu deveria. Vou sentir falta desse jeito de trabalhar mas vou levar um pouco do Cafundó comigo. Abraço para todos que ficam e me convidem pra tomar umas cervejas.</p>
<p>E só penso em uma imagem que pode descrever como foi bom trabalhar no Cafundó</p>
<p><a rel="attachment wp-att-13948" href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/ate-um-dia-cafundo-o-que-eu-aprendi-e-vale-passar-pra-frente/attachment/cafundo-video-game"><img class="alignnone size-full wp-image-13948" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/02/cafundo-video-game.jpg" alt="" width="574" height="431" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Intercon 2011 &#8211; Entendendo melhor o mercado digital</title>
		<link>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/web/intercon-2011-entendendo-melhor-o-mercado-digital</link>
		<comments>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/web/intercon-2011-entendendo-melhor-o-mercado-digital#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2011 16:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Web]]></category>
		<category><![CDATA[Analytics]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[Intercon]]></category>
		<category><![CDATA[métricas]]></category>

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		<description><![CDATA[No sábado 22/10 eu e o excelentíssimo estrategista do Cafundó, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No sábado 22/10 eu e o excelentíssimo       estrategista do       <a href="http://www.cafundoestudio.com.br" target="_blank">Cafundó</a>, <a href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/author/joao" target="_blank">João Marcelo</a>, estivemos no<a href="http://intercon.imasters.com.br/2011/" target="_blank"> Intercon</a> em São Paulo. O       evento se       propunha a trazer grandes profissionais do mercado digital para       uma conversa       franca e aberta com quem estivesse interessado, os temas foram divididos em 4       áreas, criativa, hackaton, social media e métricas. Para a       tristeza dos       leitores do blog do Cafundó esse cara que tá escrevendo ficou o       dia inteiro na       área de métricas, mas o que quero mostrar nesse post é como está o mercado para os profissionais responsáveis pela avaliação de dados e métricas, daqui a alguns dias farei outro post sobre como <strong>dados podem gerar insights criativos.</strong></p>
<p>Caso alguém queira saber mais sobre a área criativa do evento, envie um       e-mail para <a href="mailto:joao@cafundo.tv">joao@cafundo.tv</a> e ele passou o dia inteiro lá</p>
<p style="text-align: center"><a rel="attachment wp-att-12634" href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/web/intercon-2011-entendendo-melhor-o-mercado-digital/attachment/oepxl"><img class="alignnone size-medium wp-image-12634" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/oepxl-574x430.jpg" alt="@leandrosn-Intercon-2011" width="574" height="430" /></a></p>
<p style="text-align: center">&nbsp;</p>
<p>Mas voltando para o evento, ficou claro que os       caras não       estão tão na nossa frente, possuímos as mesmas fontes de       informação e o conhecimento       da área é bem equilibrado, a diferença está na prática, como SP é       um mercado       muito maior, há mais clientes dispostos a investir em digital e       por consequência       há mais projetos sendo executados. Nesse evento também encontrei a       cura para a       minha frustração em relação ao mercado que estamos inseridos,       porque ficou       claro que os caras passam pelas mesmas situações e problemas que       temos aqui. Em       geral os clientes<strong> não entendem como utilizar a web</strong>, as agências       não sabem       cobrar por serviços mais específicos e acabam por negligenciar o       digital e principalmente profissionais envolvidos no processo de avaliação das campanhas não sabem <strong>quais resultados apresentar</strong> para os       clientes.</p>
<p>Entre tudo que foi falado duas situações       chamaram a minha       atenção. Um dos participantes do evento perguntou aos palestrantes       quando eles       achavam que o mercado irá mudar e as empresas e agências irão       entender o       digital. O Alessandro Lima (<a href="http://twitter.com/#!/alimasp" target="_blank">@alimasp</a>) BI do <a href="http://www.terra.com.br" target="_blank">Terra</a>, respondeu que       isso só acontecerá       quando a nossa geração assumir os cargos que tomam as decisões nas       empresas e       agências. Então pergunto: Estamos fadados a esperar tanto para uma       mudança de       mentalidade no mercado? Espero que não.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-12638" href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/web/intercon-2011-entendendo-melhor-o-mercado-digital/attachment/intercon2011-conferencia-de-metricas"><img class="alignnone size-full wp-image-12638" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/intercon2011-conferência-de-métricas.jpg" alt="intercon2011-conferência-de-métricas" width="574" height="350" /></a></p>
<p>E a segunda situação que é importante ressaltar       foi um       simples comentário do Leonardo Naressi(<a href="http://twitter.com/#!/leonaressi" target="_blank">@leonaressi</a>) Diretor da       <a href="http://www.directperformance.com.br/" target="_blank">Direct       Performance</a>. No bate-papo final do evento ele disse que um Mídia       de uma grande       agência falou pra que de agora em diante o que importa é o       CPLike(Custo-por-like). Analisar métricas tão simples e rasas é um       dos maiores       erros que um planner, mídia ou gerente de marketing pode cometer.       A medição de       um clique em um botão não deve ser a       <strong>KPI(Key-performance-indicator) </strong>de nenhuma       campanha, mesmo sem um like a Fan-page pode ter influência nos       resultados da       ação. Mas isso fica para um outro post, onde falaremos com mais       detalhes sobre       como mostrar para seus clientes o que deve ser apresentado como       <strong>resultado de       uma campanha e sobre funis multicanais</strong>. Por hoje é só.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-12633" href="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/web/intercon-2011-entendendo-melhor-o-mercado-digital/attachment/intercon2011-interconanalytics"><img class="alignnone size-full wp-image-12633" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/10/Intercon2011-interconanalytics.jpg" alt="Intercon2011-#interconanalytics" width="574" height="350" /></a></p>
<p>Todas as imagens deste post foram descaradamente roubadas dos Twiters do <a href="http://twitter.com/#!/leonaressi" target="_blank">@leonaressi</a> e da <a href="http://twitter.com/#!/amandazdias" target="_blank">@amandazdias</a></p>
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		<title>WTF!? Rotina ajuda o processo criativo</title>
		<link>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/wtf-rotina-ajuda-o-processo-criativo</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 12:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[O paradoxo da rotina previsível no desenvolvimento de trabalhos criativos. Agora eu quero ver! ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="i18n">
<p>Todos os dias você acorda no mesmo horário,       liga a TV no       mesmo canal, faz o mesmo caminho para o trabalho. No trabalho você       pega a mesma       xícara de café, cumprimenta seus colegas de trabalho do mesmo       jeito e fala sobre       os mesmos assuntos. Senta na sua mesa, liga o computador e toma um       gole de café       e como em todos os outros dias, olha os e-mails, passa pelos       mesmos blogs,       sites e redes sociais. Coloca o fone de ouvido, escuta as mesmas       músicas, abre um documento em branco e aí sim começa a trabalhar.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em>Every day you wake up at the same time, turn the TV on the same channel, do the same route to work. At work you get the same cup of coffee, greet your colleagues in the same way and talk about the same subjects. Sit at your desk, turn on your computer, take a sip of coffee and like every other day, look at the e-mails, pass the same blogs, sites and social networks. Put the headset on, listening to the same music, open a blank document and then you start working.</em></p>
</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-9664" title="tiagão mandando ver aqui no cafundó" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/04/Untitled-1-574x306.jpg" alt="" width="574" height="306" /></p>
<div class="i18n">
<p>Isso acontece todo dia, em todos os lugares e       em vários       tipos de empresas. Mas pra mim <strong>é muito paradoxal que trabalhos       criativos em sua       maioria sejam desenvolvidos por pessoas que possuem rotinas       diárias       previsíveis.</strong> Pesquisando sobre o assunto, não é que encontrei um       blog que fala       só sobre isso? O <a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines/" target="_blank">Dailyroutines</a>.       Então, se você se identificou com o primeiro parágrafo, saiba que       você não está       sozinho, na verdade você faz parte da maioria dos       profissionais que       trabalham com<strong> criatividade.</strong></p>
<p>No <a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines" target="_blank">Dailyroutines</a> o <a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines/2007/07/haruki-murakami.html" target="_blank">Haruki         Murakami</a> fala em <em><strong>“mesmerizm”</strong> </em>que é nada mais que uma forma       de hipnotismo. Ok,       ele podia estar brincando, mas até que tem lógica: todos esses       criativos, sem       saber, estão se hipnotizando ao fazer exatamente as mesmas coisas e       cada passo       dessa rotina pode ajudar para que eles entrem em um processo       criativo.</p>
<p>Posso ter exagerado um pouco, mas talvez a       sua rotina       seja sua fonte de inspiração e você nem saiba. Então, já parou pra       pensar se a sua       rotina te ajuda? E se essa rotina for interrompida, o que       acontece?</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em>It happens everyday, everywhere and in various types of agencies. But for me it is very ironic that creative works are mostly developed by people who have predictable daily routines. Researching the topic, I found a blog that only talks about it. The </em><a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines/" target="_blank">Dailyroutines</a><em>. So, if you identified yourself with the first paragraph, please know that you&#8217;re not alone, in fact you are part of most professionals who work with creativity.</em></p>
<p><em>In the <a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines" target="_blank">Dailyroutines</a>, <a href="http://dailyroutines.typepad.com/daily_routines/2007/07/haruki-murakami.html" target="_blank">Haruki         Murakami</a> talks about &#8220;mesmerizm&#8221; which is nothing more than a form of hypnotism. Ok, he might be joking, but even that has logic: all of these creative, unknowingly, are hypnotizing themself to do exactly the same things and every step of this routine might help them to enter into a creative process.</em></p>
<p><em>I may have overstated a little, but maybe your routine is your source of inspiration and you don&#8217;t know. So, have you ever stopped to think if your routine helps you? And if your routine was interrupted, what would happen?</em></p>
</div>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Existem coisas piores</title>
		<link>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/existem-coisas-piores</link>
		<comments>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/existem-coisas-piores#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 19:01:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[engajamento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[tv]]></category>

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		<description><![CDATA[O que telefones vintage, aviões e ansiedade tem a ver com o comportamento empresarial em relação ao marketing digital.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="i18n">
<p>Esse video é o culpado por esse post, primeiro tirem um tempinho e depois continuamos a conversa.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="501" height="451" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.megavideo.com/v/VPYCPGZX8046bfab60bf654fd24c32ce73bcf85f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="501" height="451" src="http://www.megavideo.com/v/VPYCPGZX8046bfab60bf654fd24c32ce73bcf85f" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Louis C.K. (o cara da entrevista) é um comediante que nunca estudou marketing. Pra falar a verdade, ele foi mecânico antes de ser comediante. Mas, sem querer, acabou criando um conteúdo perfeito para analisarmos como empresas pensam sobre marketing digital. Você pode estar se perguntando <em>&#8220;o que esse maluco tá dizendo? O cara tá falando de outra coisa!&#8221;</em>, mas calma, vamos dissecar esse vídeo e deixar tudo mais claro.</p>
<p>Comecemos pela parte onde ele fala do telefone. Eu me lembro muito claramente do modelo que ele citou, quando era criança até me divertia girando aquilo, mesmo que não fosse ligar pra ninguém, mas, tenho que admitir, números de telefone com zero irritavam muito, principalmente quando se estava com pressa. E o marketing também era assim.</p>
<p>A empresa colocava um anúncio na TV, em vários casos aqueles 30 segundos do anúncio demoravam e irritavam mais que o zero do telefone, e o espectador (segundo o <em>wikitionary</em> é aquele que assiste ou testemunha; observador) só queria que aquilo terminasse para que pudesse assistir o seu programa. Tanto no caso da TV quanto no do telefone, se não tivesse ninguém em casa, o aparelho ficava “tocando” sozinho, o que para uma empresa significa perder dinheiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8698" title="elvis on blue phone" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/02/elvis-on-blue-phone.jpg" alt="elvis on blue phone" width="500" height="306" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Elvis tranquilão batendo um papo com as queridas</em></p>
<p>Hoje em dia temos aparelhos de telefone muito melhores e formatos de marketing também. Esses aparelhos agora não têm mais fio e vão com você para todos os lugares. Se alguém te ligar, você pode escolher falar com essa pessoa depois, mas o importante é que o dono do telefone jamais perderá uma chamada. Isso é atingir 100% da audiência programada, nenhum telefone de “disco” jamais conseguiu isso.</p>
<p>Ok, agora sim, o mais importante: a parte dos aviões e dos aeroportos. Nada nesse vídeo está mais próximo do comportamento empresarial em relação ao marketing digital. <strong>Normalmente as empresas focam nos problemas</strong>, nas dificuldades e, principalmente, no que elas não conhecem e as fazem sentir inseguras. Após uma reunião sobre como a inserção da marca na web pode trazer resultados para a empresa, cansei de ouvir clientes e <em>prospects</em> dizerem <em>“mas vou ter que contratar alguém só para cuidar diss</em>o?” ou melhor <em>“mas vão falar mal da minha marca”</em>. O que eles não conseguem perceber é que, mesmo que eles não estejam na web, alguém vai falar da marca e, nesse caso, <strong>o mais importante é estar participando da conversa.</strong></p>
<p style="text-align: left;">No entanto, todos esses problemas, quando bem analisados, podem ser positivos. No caso de um comentário ruim, pode-se encarar como uma dica para melhoria de um produto ou serviço. Ou seja, a marca acabou de ter um <em>feedback </em>sem ter que pagar uma pesquisa &#8211; adeus <em>focus group</em>!</p>
<p>A questão é perceber <strong>os benefícios do marketing digital </strong>e saber que o retorno não vem somente no aumento das vendas, mas também na redução de custo de outras áreas, como pesquisas, desenvolvimento de novos produtos ou serviços, SAC telefônico e<em> share of heart</em>. O principal nesses casos é notar que quando o copo parece estar meio vazio, na verdade ele está meio cheio.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em>First of all, you have to watch this video then we may proceed this conversation. </em></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="501" height="451" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.megavideo.com/v/VPYCPGZX8046bfab60bf654fd24c32ce73bcf85f" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="501" height="451" src="http://www.megavideo.com/v/VPYCPGZX8046bfab60bf654fd24c32ce73bcf85f" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><em>Louis C.K (the interviewed guy) is a comedian that never studied marketing. To tell you the truth, he&#8217;d been a mecanic before making a living off humor. However, accidentaly, he ended up creating a perfect content for us to analise <strong>how agencies are understanding digital marketing</strong> nowadays. I bet you&#8217;re thinking I&#8217;m crazy and maybe I didn&#8217;t understand what he&#8217;s trying to say. So calm down, and let me explain it to make myself clear.</em></p>
<p><em>I remember clearly what he told us about the phones. It is easy to have fun as a child, so I enjoyed turning that thing even if I didn&#8217;t want to call somebody. I&#8217;m not telling you that the zeros didn&#8217;t piss me off, mainly when I was in a hurry. It was exactly the same on marketing. The company placed an ad on TV, and in many cases those 30 seconds of the ad left you more angry than the zeros of the telephone, and the viewer  just wanted it to end so he could watch his program.  On both cases, TV and telephone, if there was no one home, they would &#8220;ring&#8221; alone, which means that a company is losing money.</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8698" title="elvis on blue phone" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/02/elvis-on-blue-phone.jpg" alt="elvis on blue phone" width="500" height="306" /></p>
<p style="text-align: center;"><em>Little less conversation, Elvis!</em></p>
<p><em> Today we have much better phones devices and marketing formats as well. These devices have gone wireless and they are with us everywhere. If someone call us, we can choose to speak with that person later, but the important thing is that we will never lose a phone call. This is reaching 100% of the intended audience. No telephone has ever gotten near it.</em></p>
<p><em>Ok, now the most important: about airplanes and airports. Nothing in that video is closer to <strong>corporate behavior in relation to digital marketing</strong>. Usually <strong>companies focus on problems</strong>, the difficulties and mainly in what they do not know or in they feel insecure about. After a meeting about the results the inclusion of the brand on the web can bring for the company, I got tired of listening customers and prospects saying <strong>&#8220;but I&#8217;ll have to hire someone just to handle this?</strong>&#8220;or better &#8220;<strong>but they will speak bad things about my brand. </strong>&#8221; What they fail to realize is that even if they are not on the web, someone will talk about the brand, and if so, the most important thing is engaging in conversation.</em></p>
<p><em>However, when properly analyzed, all these problems can be positive. In case of a bad comment, it can be regarded as a tip for improving a product or service. That is, the brand just got feedback without having to pay a research &#8211; goodbye focus groups!</em></p>
<p><em> </em><em></em><em></em><em></em><em></em><em>T<strong>he issue is to comprehend the benefits of digital marketing</strong> and to know that the outcome appears not only on increased sales but also in the cost-cutting of other areas such as research, development of new products or services, customer service and share of heart. The main point is that, in those cases, when the glass may seem half empty, it actually is half full.</em></p>
</div>
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		<title>Product Placement e as marcas na web</title>
		<link>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/product-placement-e-as-marcas-na-web</link>
		<comments>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/product-placement-e-as-marcas-na-web#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 17:42:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[camaro]]></category>
		<category><![CDATA[cast away]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[e-branding]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[Megan Fox]]></category>
		<category><![CDATA[merchandising]]></category>
		<category><![CDATA[naufrago]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[product placement]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[Web]]></category>

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		<description><![CDATA[A simples exposição de um produto não é suficiente para criar lembrança da marca. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="i18n">
<p>Todo mundo conhece esse carinha:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8084" title="cast away - wilson " src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/01/CAST-AWAY-VOLLEYBALL.jpg" alt="cast away - wilson " width="474" height="346" /></p>
<p>Mas o que ele tem em comum com <em>e-branding</em>?<br />
Muito mais do que podemos imaginar. Inserir produtos e marcas em filmes não é novidade, desde o início do cinema empresas pagavam para estar nas telas em preto e branco.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wACBAu9coUU?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/wACBAu9coUU?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Depois de tantos exemplos, fica a pergunta: quais dessas ações funcionaram?<br />
Só tive uma resposta satisfatória há poucos dias, em uma reunião com um cliente &#8211; nosso nobre desembargador Leonardo Minozzo sem querer tirou essa dúvida. <strong>Funcionaram aquelas ações onde os produtos estavam no contexto da história</strong>.</p>
<p>A simples exposição de um produto não é suficiente para criar lembrança da marca. Esse tempo quando, subconscientemente, absorvíamos uma marca a ponto de consumi-la só por causa disso já passou faz tempo. Hoje interagimos tanto com tantas marcas que desenvolvemos uma espécie de sistema imunológico para ações “aleatórias” de marketing. Entretenha-nos, seja útil que lembraremos de você. Caso contrário, teremos prazer em esquecê-lo.</p>
<p>Mas voltando ao Wilson, Náufrago foi um dos filmes que melhor usou a inserção de produtos no contexto da história. Além da Fed Ex, que apareceu em vários momentos, já que o personagem principal trabalhava na empresa, a Wilson teve o segundo personagem mais presente no filme. Transformar uma bola em um companheira para um cara que ficou quatro anos em uma ilha, foi uma sacada tão boa que pessoas choraram ao ver essa cena.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Dej88jdN0Xg?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Dej88jdN0Xg?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>E virou um produto vendido em lojas no mundo inteiro.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8089" title="cast away - wilson" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/01/wilson-loja.jpg" alt="cast away - wilson" width="474" height="241" /></p>
<p>Mas o que isso tem haver com a internet?<br />
Tem muito haver. Devemos usar esses exemplos para entendermos como as marcas devem interagir com as pessoas na rede. Um site chato, sem conteúdo interessante e sem atualizações, serve apenas para falar que a empresa está na internet. Isso é igual ao personagem principal de um filme passar em frente a uma lanchonete por 3 segundos e achar que as vendas vão aumentar por sua causa. Para realmente estar na internet é necessário ser útil, interagir com os usuários e mostrar que a web é mesmo uma ferramenta que a marca utiliza para ser melhor para seus clientes.</p>
<p>Espero que esse dia chegue logo. Enquanto ele não vem, vamos ver o que considero o melhor posicionamento de produto em um filme. Apesar de haver vários outros produtos na história &#8211; e a Megan Fox -, é o Camaro amarelo que se destaca.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XnwmUZuF5OY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="385" src="http://www.youtube.com/v/XnwmUZuF5OY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><em>Everybody knows this guy:</em></p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8084" title="cast away - wilson " src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/01/CAST-AWAY-VOLLEYBALL.jpg" alt="cast away - wilson " width="474" height="346" /></p>
<p><em>What he has in common with e-branding?<br />
Much more than we can imagine. Insert products and brands in movies is nothing new, since the beggining of movies companies paid to be on screen in black and white.</em></p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/wACBAu9coUU?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/wACBAu9coUU?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>After all these examples, the question remains: which of these actions really worked?<br />
I only got a satisfactory answer a few days ago, in a meeting with a client &#8211; our noble  Leonardo Minozzo inadvertently ended up with my doubt. Really worked those <strong>actions that products placement was in the context of story.</strong></p>
<p>The mere display of a product is not enough for us to remember the brand, creating a memory of it. Has passed the time when subconsciously whe fixed a brand so hard that we consume its products just because of this. Nowadays we interact with so many others brands that we developed a kind of immune system for random marketing campaigns.  Entertain us and be useful then we&#8217;ll remember you. Otherwise, will be our pleasure to forget you.</p>
<p>But back to Wilson, Cast Away was one of the best movies that used the product placement in the context of history. Besides the Fed Ex, which appeared many times, as the main character worked at the company, Wilson took over the second character in the movie. A ball as a mate for a guy who spent four years on an island, was such a good idea that people cried when seeing this scene.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Dej88jdN0Xg?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="385" src="http://www.youtube.com/v/Dej88jdN0Xg?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>And became a product sold in worldwide stores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-8089" title="cast away - wilson" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2011/01/wilson-loja.jpg" alt="cast away - wilson" width="474" height="241" /></p>
<p>What it has in common with the internet? A lot! We must use these exemples to understand how brands have to interact with people on the network. A boring site, without interesting content and no updates exists only to say that the brand is on the web. That is equal to the main character from a movie pass in front of a coffee shop for 3 seconds and think that sales will increase because of it. To really be on the web is necessary to be useful, interact with users and show that the web is a tool that the brand uses to be better for their customers.</p>
<p>I hope that day comes soon. While does not come, we&#8217;ll see what I consider the best product placement in a movie. Although there are several other products story &#8211; and Megan Fox &#8211; is the yellow Camaro that stands out.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="540" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XnwmUZuF5OY?fs=1&amp;hl=pt_BR" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="540" height="385" src="http://www.youtube.com/v/XnwmUZuF5OY?fs=1&amp;hl=pt_BR" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
</div>
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		<title>Será a nova era nos Advergames?</title>
		<link>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/sera-a-nova-era-nos-advergames</link>
		<comments>http://www.cafundoestudio.com.br/blog/estrategia/sera-a-nova-era-nos-advergames#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 Oct 2010 18:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Edson Santana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[advergames]]></category>
		<category><![CDATA[experiência]]></category>
		<category><![CDATA[interação]]></category>
		<category><![CDATA[jogabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[usuário]]></category>

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		<description><![CDATA[Novas formas de interação entre marcas, jogos e usuários. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="i18n">
<p>Para a grande maioria dos gamers já é comum ver grandes marcas patrocinando seus jogos: Adidas, Visa e até o Obama já pagaram para ter seu espaço garantido nesse mercado. Mas, podemos estar frente a uma alteração nos formatos, na qualidade e principalmente na interação com as marcas dentro desses jogos. Tudo isso por causa da nova dinâmica de controle dos novos consoles do Wii, PS3 e Xbox 360 que já possuem ou logo possuirão seus jogos controlados a partir dos movimentos dos jogadores.</p>
<p>Até então, a ferramenta de interação com o game era um joystick que nem sempre era fiel aos movimentos que o usuário queria fazer, ou seja, além de limitar as possibilidades, deixava o game ainda mais longe da realidade. Quando tínhamos apenas produtos de diferentes marcas para equipar cada personagem, a sensação e desempenho claramente era diferente de uma para a outra.</p>
<p><strong>Por que isso muda tudo?</strong></p>
<p>Com o controle dos jogos a partir dos movimentos dos usuários isso muda sensivelmente.<br />
Vamos usar um jogo de tênis como exemplo, observando dois produtos que estão diretamente ligados à qualidade do jogador: a raquete e o tênis.</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p>For the most of gamers is now common to see major brands sponsoring their games: Adidas, Visa and even Barack Obama have already paid to have their space in this market. It&#8217;s not new to anyone, but we may be facing a change in format, quality and particularly in brand interaction within those games. All this because of the new dynamic control of the new Wii, PS3 and Xbox 360 consoles that already have or soon will have controlled their games from the players&#8217; movements.</p>
<p>Nowadays, the tool of interaction with the game was a joystick that was not always faithful to the movements that the user wanted to do, besides limiting the possibilities, made the game even further from reality. When we had only products of different brands to equip each character, feel and performance was clearly different from one to another.</p>
<p><strong>Why this changes everything?</strong></p>
<p>Controlling the games from the movements of users changes dramatically what we feel when we play.<br />
Let&#8217;s use a tennis game as an example, observing two products directly linked to quality of the player: the racket and tennis.</p>
</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-5756" title="Cafundó Estúdio Criativo Advergames tennis" src="http://www.cafundoestudio.com.br/blog2010/wp-content/uploads/2010/10/Cafundó-Estúdio-Criativo-Advergames-tennis.jpg" alt="Cafundó Estúdio Criativo Advergames tennis" width="574" height="384" /></p>
<div class="i18n">
<p><strong>Tênis</strong></p>
<p>Bastante parecido com o atual, o movimento do personagem ainda será feito através de um joystick, agora muito mais sensível em relação a velocidade e aderência de um tênis aos diferentes tipos de piso, por exemplo. Nos apresentando um novo tipo de experiência, possibilitada pela nova jogabilidade.</p>
<p><strong>Raquete</strong></p>
<p>Imagine que você precise escolher entre a raquete da marca A ou a raquete da marca B. As duas possuem diferenças que alteram o desempenho do seu personagem.<br />
Uma vez escolhida a raquete da Marca A, que coloca mais efeito na bola do que a marca B,  todas as vezes que o personagem bater na bola, a qualidade das bolas com efeito será alterada.</p>
<p><strong>Eis que surgem as dúvidas:</strong></p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Cognitivamente ele saberá separar os resultados do jogo dos resultados que<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;uma raquete real proporciona?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Quanto isso influenciará no momento da compra?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Como isso afetará a percepção da marca e do produto?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Será que os advergames ou a participação de marcas em jogos virará padrão?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Será que os games serão referência para interação com novos produtos?</p>
<p>Nos resta esperar para saber o que vai acontecer.<br />
Até lá, vai contando pra gente o que você pensa sobre o assunto!</p>
</div>
<div class="i18n hidden">
<p><strong>Tennis</strong></p>
<p>Pretty like the current, the movement of the character will still be done via joystick, but now much more sensitive to the speed and grip of a tennis court to the different types of flooring, for example. In presenting a new kind of experience, made possible by new gameplay.</p>
<p><strong>Racket</strong></p>
<p>Imagine that you have to choose between brand A racket or a racket brand B.The two have differences that affect the performance of your character.<br />
Once you have chosen racket Brand A, which places a greater effect on the ball than brand B, every time the character hit the ball, the quality of the balls in fact be changed.</p>
<p><strong>And the questions arise:</strong></p>
<p>Cognitively we&#8217;ll know the differences between results of the game and results that provides a real racket?</p>
<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;• How will it influence the time of purchase?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• How will this affect the brand perception and product?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Does advergames or participating brands will become more common in games?<br />
&nbsp;&nbsp;&nbsp;• Will the games be a reference for interaction with new products?</p>
<p>We can just wait to see what happens.<br />
Until then, tell us what you think about it!</p>
</div>
]]></content:encoded>
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